terça-feira, 9 de outubro de 2012

PAUL WASHER FALA AOS CRISTÃOS BRASILEIROS

Transcrição
       Olá, meu nome é Paul Washer e estou aqui no Brasil pela primeira vez em meus 30 anos de ministério. Eu acabei de pregar e, agora, estou indo pregar em outro lugar, mas gostaria de dizer um oi e cumprimentar os cristãos aqui do Brasil.
Eu também quero encorajá-los a estudar as Escrituras e comparar o que vocês têm aprendido nas Escrituras com outros crentes piedosos ao longo das eras. Sejam muito cuidadosos com o evangelicalismo moderno e com todas essas coisas que estão acontecendo.
Aprendam a andar na simplicidade da obediência. Aprendam a andar em santidade. A maior paixão de vocês deve ser estar cada vez mais devotos à pessoa de Cristo. Entendê-lo, entender o que Ele fez por vocês e servi-lo com tudo o que vocês têm.
Nós vivemos em um mundo muito corrupto, agora. Um mundo que está extremamente caído e que expressa a sua raiva e hostilidade contra Deus. Devemos perceber que viver em um lugar tão corrupto também pode nos contaminar. Então, sejam muito cuidadosos com o modo que vocês andam. Não andem como o tolo, mas andem como o sábio.
Estudem a Bíblia todos os dias de suas vidas. Vivam em seus joelhos. Levem toda necessidade, “tudo a Deus em oração”.
Para vocês, jovens cristãos, uma das melhores coisas que eu posso recomendar é algo que tenho praticado por muitos anos: leiam sistematicamente toda a Bíblia. Comecem em Gênesis e leiam tudo até Apocalipse; e, quando acabar, comecem tudo de novo.  Outra coisa maravilhosa que irá ajudá-los a crescer no conhecimento da Palavra é: se enquanto lêem a Bíblia vocês não entenderem algo, peguem um caderno e escrevam uma breve pergunta sobre o que não entenderam e continuem lendo. O que acontecerá de maravilhoso é que, quando vocês voltarem a ler a Bíblia inteira novamente, pela segunda vez, vocês serão capazes de responder muitas das suas perguntas com as próprias Escrituras. Enquanto fazem isso, vocês crescerão gradualmente no conhecimento de Deus e de Cristo.
Outra coisa que quero recomendar é isto: se vocês estiverem estudando muito as Escrituras, horas por dia, mas sem oração, então muito desse conhecimento se tornará em orgulho e não produzirá muita piedade em suas vidas. Então, vocês precisam estudar as Escrituras, mas também precisam orar. A oração não é apenas intercessão, mas, também, simplesmente estar com Deus. Vocês poderiam inclusive estudar as Escrituras de joelhos. Muitas vezes, eu ajoelho ao lado de minha cama e coloco a Bíblia sobre ela e leio o texto de joelhos. Quando algo chama minha atenção, eu as elevo a Deus; e quando vejo algo nas Escrituras que não vejo em minha vida, peço para Deus me ajudar, naquele exato momento.
Sabe, o grande desejo de Deus para vocês é conformá-los a imagem de Seu Filho, Jesus Cristo. Isso não acontecerá se forem apáticos e passivos. Paulo fala inclusive de como precisamos nos disciplinar.
Deixe-me repetir isso. Estudar as Escrituras, mas sem pular por elas. Leia de Gênesis até Apocalipse. Além disso, vivam uma vida de oração; não somente a oração, mas também a memorização da Escritura, pois vocês não poderão ter a Bíblia aberta diante de vocês durante o dia inteiro. Então, aprendam a memorizar a Escritura. Vocês sabiam que existem pessoas que memorizaram o Novo Testamento inteiro, todos os Evangelhos, o livro inteiro dos Salmos, e coisas assim? Vocês também conseguem! Eu me lembro de conversar com um homem que é bem conhecido pela sua capacidade de memorização da Escritura. Eu disse: “irmão, Deus lhe deu um dom para memorizar tantos trechos das Escrituras”. Você sabe o que ele me disse? Ele disse: “Não, de forma nenhuma. Eu simplesmente me esforcei mais do que você”.
É isso que eu quero que vocês vejam. Para mim, não é fácil ler a Bíblia sempre, não é fácil orar, porque a carne odeia isso. Então, o que vocês precisam entender é que todos nós precisamos lutar contra a apatia. Todos nós precisamos lutar contra a preguiça espiritual. Porém, são aqueles que lutam contra isso que prevalecem e progridem em santidade. Isso é muito, muito importante. Vocês não se santificarão, vocês não crescerão em sua conformidade com Cristo sem fazer nada.
Deus os abençoe. Eu oro que Ele lhes prospere em tudo, conforme a Sua vontade. Deus os abençoe.
Por: Paul Washer © HeartCry Missionary Society | hcmissions.com
Entrevista, tradução e legenda: voltemosaoevangelho.com
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O RIO NÃO MERECE!





O RIO NÃO MERECE:
UMA IMPRENSA VENDIDA (O GLOBO, O DIA, EXTRA).

O RIO NÃO MERECE:
O APARELHAMENTO PARTIDÁRIO INSTITUCIONAL.

O RIO NÃO MERECE:
UM T.R.E. A SERVIÇO DAS VOSSAS EXCELÊNCIAS O GOVERNADOR E O PREFEITO.

O RIO NÃO MERECE:
VER UM BOMBEIRO QUE LUTA PELOS SEUS DIREITOS ATRÁS DAS GRADES.

O RIO NÃO MERECE:
VER IR PRESO UM CORONEL DA PM (EX-JUÍZ DE FUTEBOL) POR UM DELEGADO ACUSADO DE PROPOR BENFEITORIAS ÀS TESTEMUNHAS DE ACUSAÇÃO.

O RIO NÃO MERECE:
VER SUAS AUTORIDADES BANDALHANDO COM DINHEIRO PÚBLICO NAS RUAS DE PARIS.

O RIO NÃO MERECE:
VER CLÍNICAS DA FAMÍLIA SEM MÉDICOS E EXAMES (duas clínicas da família a menos de 500 metros uma da outra nos bairros de Anchieta e Pavuna).

O RIO NÃO MERECE:
O GOVERNO DO ESTADO MAIS AUTORITÁRIO E CORRUPTO DA HISTÓRIA (pelo menos desde que eu me entendo por gente).

O RIO NÃO MERECE:
UMA PREFEITURA QUE VAI, A PASSOS LARGOS, PELO MESMO CAMINHO.

NÃO! O RIO NÃO MERECE!


M.O.O.
Rio de Janeiro, RJ.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

DROGAS E CRIANÇAS, CUIDADO! UMA ARMADILHA PARA O SEU FILHO NO FILME "TED"





O Globo Online divulgou a denúncia do deputado federal Protógenes Queiroz (PC do B - SP) sobre o filme "Ted". O longa-metragem fala da amizade entre um adolescente e o seu urso de pelúcia falante. Até aí tudo bem. Mas a surpresa vem quando do desenvolvimento do filme fica patente que o urso peludo "não estuda, não trabalha, consome drogas, só pensa besteira o tempo todo" (conforme o relato do deputado). Isso mesmo! Um ursinho de pelúcia consumindo drogas. Imagine o impacto que essa mensagem pode trazer a um pré-adolescente. Por isso, cuidado! Muito cuidado! 

Clique aqui para ver a reportagem na íntegra. 

Paz e Bem!

M.O.O.
Rio de Janeiro, RJ.  

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A LEVEZA DE DEUS

Por
 
Liesel Hoffmann
 
Durante os quase 30 dias que estive na República Tcheca (procurei no Google a versão portuguesa para "Tschechischen Republik", havia me esquecido de como se escrevia.... kkk) tive a oportunidade de conhecer a Malga, uma amiga querida que tem uma visão sobre Deus e religião muito parecida com o que venho lendo ultimamente. Numa de nossas conversas no intervalo do treinamento ela me disse algo que vou guardar pra sempre: "Deus fica muito mais leve quando não vem acompanhado de nenhum credo religioso".

Pensei: por que as religiões seguiram o caminho de afastar as pessoas de Deus? Logo a religião, que por definição deveria aproximar as pessoas do divino. Colocaram ao lado de Deus um conjunto de regras, imposições, manuais, "faça e não faça" que acaba por afastar as pessoas dele. Li outro dia que Jesus disse que o Celeste Reino é como uma moeda perdida. Logo pensei: como comparar uma coisa tão grande com algo tão insignificante? A Malga me disse: porque Deus é simples, quem o complicou foi a religião. Cada religião, ao trazer para si a ideia de que e a única, exclusiva e portadora da verdadeira mensagem sobre Deus acabou por criar um sistema perigoso, que faz com que os que não sigam aquele modo de ver a fé sejam vistos como pessoas infiéis, como pessoas "perdidas". Isso é tão perigoso! Nem Jesus jamais tratou as pessoas assim! Pelo contrário, perdoou mulheres que traíam maridos, almoçou na casa de cobradores de impostos e atendeu ao pedido de uma estrangeira. 

Quando eu leio essas coisas sobre Jesus eu penso quando foi que a religião passou a complicá-lo tanto. Jesus nunca quis fundar um sistema cheio de regras, determinações e ordens a serem seguidas. Não consigo ver Jesus usando as roupas do Papa Benedictus XVI. Não consigo imaginar Jesus sentado num trono de ouro numa catedral majestosa saudando a multidão de longe numa janelinha. Não consigo ver Jesus descendo de um carro luxuoso com as portas abertas por um mordomo que ajeita seu terno caríssimo e limpa seus sapatos. Jesus falava embaixo de árvores. Conversava olho no olho. Lavava os pés dos seus seguidores. Não é ótimo isso? Saber que Jesus era uma pessoa comum, das pessoas, com todo respeito era "uma pessoa qualquer". E como "qualquer" mostrou que Deus é para qualquer um.

Essa mesma amiga me disse: acho que se Nietzche se encontrasse hoje com Jesus diria: "cara, você não faz ideia do que fizeram com sua mensagem". Na hora eu ri mas depois vi que é verdade. Porque o que se vê como religião hoje não se parece nada com o que Jesus queria que fosse. É tão simples viver como Jesus nos ensinou, mas tão difícil viver como a religião ensina. Deus é tão leve quando não o vemos com os olhos da religião!

Jesus era simples. E quis apenas mostrar às pessoas que existe um jeito leve de viver. Um jeito s[t]ão simples, mas tão simples que que pode ser comparado com uma moeda perdida em casa. 
 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

MANTENDO A IDENTIDADE DA IGREJA

A maior “instituição” do mundo, edificada por Jesus de Nazaré há mais de dois mil anos, denominamos Igreja (Mt 16.18). Naturalmente à Igreja descrita nos evangelhos não se trata de prédio, denominação ou associação legalmente registrada em cartório. Mas de pessoas advindas de variadas regiões – judeus ou gentios – do mundo. Pessoas que, muitas vezes, marginalizadas e ignoradas por outras cognominadas eclesiásticas, fazem e forma a igreja local numa determinada região geográfica. Antes de se pensar em prédio ou construções devemos atentar para o fator “pessoalidade”. Igreja não é um grupo alheio às demandas pessoais. O lugar onde reunimo-nos semanalmente em nome do Senhor só tem razão de ser porque é composto por pessoas de corpo e alma. Jesus exalava cheiro de ovelhas. Ele pensava e só importava-se com elas, as pessoas (Mc 6.34). Sim, pessoas, pessoas e pessoas. Pensemos em pessoas!
No mundo contemporâneo, as instituições basilares da sociedade ― tais como, famílias, igrejas, escolas e outras ― sofrem repentinas mudanças. Uma das mais graves é a eclesiástica. Indivíduos que pensam a Igreja apenas como mera instituição portadora de um conglomerado de rituais frios e secos ― o fisiologismo eclesiástico ― são tremendos parasitas. Servem apenas para sugar a sensibilidade humana dos crentes. Isso desencoraja qualquer um de levar a sério o Evangelho que proclamamos como a melhor mensagem do mundo. Ora, se não há coerência entre o que falamos e fazemos como podemos esperar alguma resposta positiva em relação à Boa Notícia que anunciamos? Ela só é Boa Notícia quando o portador desta revela a sua coerência com a própria vida. Se não for assim, não podemos nem prosseguir em nossa jornada discipuladora. Do contrário será comum ouvirmos expressões ― E quem nunca as ouviu? ― “A igreja de hoje não é mais a mesma!”; “Ah, ela perdeu a sua Identidade.” Mas, afinal de contas, o que se quer dizer com a expressão “a igreja perdeu a sua identidade?”
O dicionário de língua portuguesa, Caldas Aulete, chama identidade “o conjunto de características próprias de uma pessoa, um grupo etc. e que possibilitam a sua identificação ou reconhecimento”. A partir deste conceito, sabemos que o verdadeiro caráter de uma pessoa desnuda absolutamente o seu ser. Não há o que esconder. Ela é o que é na frente ou na ausência de qualquer indivíduo. Quando a mente e o coração estão impregnados da essência do Evangelho, somos acometidos por uma consciência avassaladora a ponto de mudarmos pensamentos, desejos e vontades do coração. Aqui, ocorre a Metanoia ― uma revolução da mentalidade, um novo pensamento. Pois o Evangelho é “o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Rm 1.16)!   
A Igreja de Cristo possui uma identidade pela qual é reconhecida desde os primórdios temporais: o Amor (Jo 13.34,35). À luz do capítulo 2 do livro dos Atos dos Apóstolos podemos averiguar a prática vertical e horizontal desse amor: Deus e o próximo. O Texto Sagrado a confirma no versículo 42: Preservação do Ensino (Evangelho); Comunhão entre irmãos; Serviço ao próximo. São estas as características que formaram a identidade da Igreja apostólica. E têm elas muito a nos ensinar. Todavia, algumas perguntas são inevitáveis. Como identidade, o que se pretende preservar? No que concerne à Igreja, de que identidade está se falando? A do Evangelho ou a temporal? Que identidade procuramos assegurar? A da Igreja que serve o próximo ou daquela que serve-se do próximo? Que identidade queremos manter? A de Cristo? Então deve-se deixar bem claro: é preciso que o Evangelho de Jesus permeie a mente e o coração daquele que se diz seu discípulo. Doutra maneira, não passaremos de pessoas apegadas a uma identidade forjada nas raias das tradições humanas e que nada têm haver com as Boas Novas de Jesus. Cada um examine-se a si mesmo! Pois não há identidade mais fiel ao meigo nazareno do que essa: “com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros” (Jo 13.35 – NVI).
O amor do Pai impele pessoas comuns sem preconceitos de cor, sexo, classe social e etnia a proclamar Jesus como o Deus encarnado, mas humano também; que morreu e ressuscitou. E agora está a destra do Eterno amando com mui grande amor cada criatura humana. Nele não há acepção de pessoas. Ele as ama infinitamente além do que se pode pensar e imaginar. O amor de Jesus constrange-nos à prática do amor pessoal e mútuo à sociedade onde vivemos.
Não há maior desserviço para o Evangelho do que proclamar uma mensagem como verdade que não o é para nós. Não pode haver fingimento com Jesus. Pode-se disfarçar no ritual eclesiástico. Dissimular por trás do púlpito. E declarar até uma verdade, mas com pressupostos de mentiras. Com trajes de piedade, aparência de espiritualidade e porte de quem conhece todos os mistérios transcendentais. Tudo isso, no entanto, não quer dizer nada para Jesus. O ensino do meigo nazareno desconstrói as aparências e as construções da religião humana pelo simples fato: Nele, habitam a verdade e a sinceridade. Por isso o proclamamos como o nosso Emanuel. O exemplo de Jesus de Nazaré impele-nos a viver o seu estilo de vida deixado para todos quantos o ouvem: Amar e Servir o próximo (Mc 12.31).  Apresentamos Jesus como Àquele que conduz o homem, da escravidão do pecado, a comunhão coletiva e libertadora de sua Igreja (duas ou mais pessoas, comunidades e assembleias espalhadas pelo mundo).
Dito isto, digo com verdade e não minto: manter a identidade da Igreja não significa manter os caprichos eclesiásticos humanos. Não é fazer a manutenção das estruturas de poder e, muitos menos, de poderosos sistemas que insistem em impedir o florescimento do Evangelho no coração das pessoas mais simples (Mt 23.13). Você pode me perguntar: Mas, como assim poderosos sistemas contra o florescimento do Evangelho? E eu lhe respondo: tudo o que não visa libertar o ser humano da opressão humana é contra o espírito do Evangelho. Tudo o que não leva liberdade a pessoa em Deus e perante os homens é contra o espírito de Cristo. O que não promove vida, realização humana e sinceridade das entranhas são contra o espírito de Jesus de Nazaré.
Note, o prezado leitor, que você não encontrará palavras de Jesus que não faça brotar vida em abundância. E abundância aqui não é a perspectiva mundana de prosperidade, mas a do Evangelho. Este confronta-nos e desafia-nos a mexer na estrutura total da vida. Nosso estilo de viver ― gostos, consumos, lazer, entretenimento, trabalho, etc. ― é diretamente confrontado com o de Jesus. Não há como ficar indiferente a Ele. A não ser que forcemos a cauterização da consciência. Pois tudo o que não partir da consciência pessoal do Evangelho para nada presta. A vida de Jesus, segundo os Evangelhos, é construída por consciência. Jamais por conveniência!   
Acredito que vivemos, no Brasil, um dos tempos mais difíceis no arraial do que chamamos “Igreja Evangélica Brasileira”. Em muitos lugares quando se tenta viver o espírito do Evangelho, recebe-se a pecha de herege. Quem usa desse subterfúgio para fazer calar a voz profética do Evangelho, esquece-se de que em relação ao sistema corrompido do judaísmo Jesus também foi cunhado de herege. Não só cunhado, mas condenado em primeira instância, por homens da religião e autoridade romana, a pagar com a própria vida pela verdade que afirmou: Eu Sou Deus (Mt 16.16,17). De fato, eles não aguentam o grito, a voz e o ressoar do Evangelho. Este denuncia, tira a sujeira debaixo do tapete, fala a verdade e confronta-nos a inverdade que habita em nós.
Portanto, proclamemos a pessoa de Jesus com poder, mas vivamos a comunhão com graça e pratiquemos o serviço ao próximo como verdade daquilo que dizemos. No final sobrará apenas uma identidade: Aquilo que eu pratico se verdade for, o que eu falar verdade será; pois o amor que brota do coração de Jesus em nossos corações verdade é. Então, podemos afirmar a verdade do amor a Cristo na ousadia do apóstolo do amor: “Amamos o Senhor porque ele nos amou primeiro” (1 Jo 4.19).  Amemos, Amemos!

M.O.O.
Rio de Janeiro, RJ.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

UMA DICA PARA ELEIÇÃO CARIOCA DE VEREADORES 2012



Prezados leitores,

Paz e Bem!

         Nunca me envolvi em campanha eleitoral e nem trabalhei para nenhum político por dinheiro algum. Pois acredito que a política deve ser feita de acordo com aquilo que você acredita ser verdadeiro. E, portanto, qualquer militância deve ser vuluntária.
       Tenho uma linha política que trilha o caminho da Sustentabilidade como já postei em texto anteriores.  Mas não poderia deixar de apoiar o meu amigo Professor Washington Reis.
         Não se trata de um político profissional. Washington Reis é Mestrando em Letras Clássicas - Língua e Literatura Latinas - pela UFRJ. Pós-graduado em Língua Latina pela UERJ. Bacharel em Letras - Português/Latim - pela UFRJ. E como articulista, escreve diversos artigos sobre Política, Educação, Problemas Brasileiros, Religião e outros temas tangenciais para o seu site, para o Jornal da Liga Católica e para a revista eletrônica Debates Culturais. Além disso tudo, é um ser humano ético, íntegro e humano. E bom católico também.
         Portanto, a pessoa que eu apresento a vocês não é um aventureiro, mas alguém que, desde o tempo em que trabalhávamos juntos na CSU CardSystem S/A (2004 - 2007), demonstra tino político e muita vontade de contrubuir para a sociedade.
         Por isso, prezado leitor, se você não tem um candidato a vereador, peço-lhe que conheça mais do meu amigo Washington Reis. O Site é: http://washingtonreis.pro.br/

        Em Cristo,

        M.O.O.
        Rio de Janeiro, RJ.