sábado, 17 de maio de 2014

CPAD, LIÇÃO 7: O MINISTÉRIO DO PROFETA


Por Marcelo de Oliveira e Oliveira
 
O ministério de profeta ainda é válido para os nossos dias? Esta pergunta é polêmica em alguns lugares. Há pessoas que dão por encerrado esse ministério. Se fosse verdade, algumas perguntas seriam inevitáveis: Quando encerrou? Quem o encerrou? E como ficam as experiências do exercício do ministério de profeta relatadas pelo Novo Testamento e aolongo da História da Igreja?



segunda-feira, 28 de abril de 2014

QUAL O LIMITE DO HUMOR CRISTÃO: UMA CRÍTICA AO SITE GENIZAH VIRTUAL

Quero esclarecer em primeiro lugar o meu pleno compromisso com a liberdade de expressão. Acredito que o desenvolvimento de qualquer país, inclusive o da igreja local, passa pelo fortalecimento de suas instituições democráticas ― os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. E, indubitavelmente, pela livre expressão de pensamento via a disponibilidade dos diversos meios de comunicação; quer o pensamento de caráter religioso quer o filosófico.  
Um fenômeno relativamente recente no espaço virtual evangélico é o Humor Cristão. Protagonizado por “blogs” e “sites” ditos “apologéticos” ― uso o termo “apologéticos” entre aspas para afirmar, categoricamente, que nesses espaços o que se faz não é um exercício apologético, mas o polêmico. Todavia, não é esta a hora apropriada de adentrar na querela.
Antes promovido nos arraiais ditos seculares, o humor é um gênero artístico que foi (e é) muitas vezes usado para criticar a ditadura, a corrupção, a censura, etc. na esfera da coisa pública. A modalidade artística do humor ganhou ares no sagrado. Agora denominado cristão, ele é uma realidade presente no espaço virtual evangélico e até mesmo em alguns segmentos eclesiásticos sociais. Estes últimos, o exercem na informalidade, tendo como principal objetivo o entretenimento. Portanto, não há nenhum compromisso em discutir conteúdos da fé cristã.
O site evangélico GenizahVirtual, dito “apologético”, talvez seja a maior expressão desta categoria artística no meio evangélico virtual. Ele desenvolve uma abordagem satírica sobre personalidades supostamente ameaçadoras à reta doutrina cristã do meio evangélico brasileiro. O objetivo dessa manifestação virtual é o de responder “apologeticamente” os desvios éticos e as insanidades idealizadas em nome da fé dentro do movimento evangélico brasileiro. Logo, a respeito destas insanas idealizações, são passíveis de críticas o pentecostalismo clássico e o neopentecostalismo. É bem verdade que o Genizah Virtual procura desassociar o pentecostalismo clássico do neopentecostalismo. A teoria das três ondas do Pentecostalismo, em Paul Freston, está sutilmente presente nas publicações do site.
O site do Genizah desnuda as práticas perniciosas ao Evangelho, usando da instrumentalidade inteligente, leve e sarcástica da sátira. Seus alvos: práticas antibíblicas desenvolvidas por alguns setores da igreja evangélica, tais como, por exemplo, a famigerada “Teologia da Prosperidade”, o “Movimento da Confissão Positiva” e os “Ministros da Palavra” que exploram o povo de Deus ― estes últimos conhecidos pelos programas evangélicos nas manhãs de sábado.
            É importante ressaltar que, como tudo na vida, esta nova modalidade de expressão evangélica tem de haver limites bem demarcados. Do contrário, ela corre o risco de se tornar um emaranhado de piadas de mau gosto e em exposição desnecessária de pessoas.  
    Então, qual é o limite do humor praticado no site do Genizah Virtual? O que deve regê-lo? Não há dúvida que são os princípios eternos do Evangelho. Nestes, encontramos conselhos contemporâneos para lidarmos sabiamente com o assunto ora exposto.
Analise comigo estas duas porções bíblicas: “Amarás, pois, ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes” (Mc 12.30,21). Esses dois mandamentos denotam duas observâncias elementares para tecermos quaisquer comentários contra ou a favor de alguém; ou para posicionar-se a respeito de qualquer assunto cujo alvo seja pessoas: a primeira é o temor ao Senhor; e a segunda, o respeito pelo próximo.
Quando comenta sobre o “desdenhador dos Seres Humanos”, em sua obra Ética, o teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer escreve: “Deus ama o ser humano. Deus ama o mundo. Não um ser humano ideal, mas o ser humano como ele é, não um mundo ideal, mas o mundo real”. Complementando esse pensamento, Bonhoeffer ainda afirma: “Enquanto nós distinguimos entre piedosos e ímpios, bons e maus, nobres e ordinários, Deus ama o ser humano real sem distinção”. O teólogo alemão tem razão quando nos lembra que o ser humano idealizado por nós nem sempre é o real. Que a igreja idealizada em nossas mentes nem sempre é a existencial. No entanto, ambos, ser humano e igreja, quando idealizados, mas não compreendidos na realidade existencial, não deixam de ser o que são: obras criadas diretamente por Deus, segundo o conselho de sua sabedoria. E, portanto, objetos do seu imenso e sublime amor.
Aqui, evoco os princípios de Marcos 12.30,31 para mostrar o risco de, ignorando tais observações, se cometer precipitações, exposições desnecessárias e injustiças com pessoas. Um site cristão não pode cometer os mesmos erros da mídia secular.  
Sobre o Genizah, passo a exemplificar dois casos que demonstram o caminho tórrido que o site trilhou com naturalidade. Lembro-me duma matéria veiculada anos atrás, era a exposição de uma irmã em estado de êxtase (não julgo aqui a legitimidade da experiência). Ela foi colocada como escárnio nacional para todos quantos quisessem ver. Certamente ela não sabia do vídeo sórdido que circulava a seu respeito em todo o território nacional.  
Outro exemplo foi uma reunião para mulheres da IgrejaBatista da Lagoinha. Uma irmã aconselhava as mulheres de sua igreja sobre vestimentas femininas segundo a perspectiva cristã. Tal irmã fora tremendamente exposta a todos os internautas apenas pelo mau uso do vernáculo. Ou seja, de uma reunião local o público evangélico nacional passou a discutir um assunto que nada lembra uma “agenda apologética”.     
Esses dois exemplos denotam a tragicidade que pode abarcar o humor cristão praticado pelo site Genizah Virtual. É semelhante ao caminho que o secular percorreu até chegar à sua atual degradação ― o caso mais clássico de repercussão nacional é do ex-apresentador do CQC Rafael Bastos e a cantora, na época grávida, Vanessa Camargo.
       Não é a minha intensão usar este espaço para impor qualquer comportamento midiático. Até porque, quem sou eu? E, além de ser uma atitude antidemocrática, o fenômeno do humor cristão é um objeto passível de pesquisa científica da área do marketing, das letras, etc. Entretanto, o rumo que ele vem tomando é sim passível de crítica. E por isso redijo uma neste espaço de poucos leitores.
       Não há dúvida de que devemos denunciar o falso evangelho, o tirano sistema religioso e a negociata com a Palavra de Deus! Jesus fez isso quando necessário, os apóstolos o fizeram e, quando ameaçados, não se curvaram ao falso sistema religioso.
Todavia, havia temor e amor na vida dos apóstolos. É possível achar em suas palavras perspectivas de amor, ternura e sinceridade. Logo, o limite do humor cristão em qualquer espaço virtual ou social, e neste caso o do Genizah Virtual, não pode ser outro além desse: temer ao Senhor e respeitar o próximo. Se caminharmos no conselho de Cristo, temeremos o Senhor e erraremos menos; respeitaremos as pessoas e as decepcionaremos menos.
Jesus não amou o homem ideal, mas o real; Ele não ama uma igreja idealizada, mas existencializada. Jesus é amor, ternura e sinceridade!

Paz e Bem!   

Marcelo de Oliveira e Oliveira
Rio de Janeiro, RJ.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Revista Ensinador Cristão, nº 58: Subsídios de apoio às Lições Bíblicas 2º Trimestre de 2014 ― Dons Espirituais e Ministeriais: Servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário




Neste trimestre, juntamente com a jornalista e pedagoga irmã Telma Bueno, redigi os subsídios de apoio à Revista de Escola Dominical da CPAD, na seção Lições Bíblicas, da histórica Revista Ensinador Cristão ― um periódico pentecostal voltado para professores e superintendentes de Escola Dominical.
Coube-me a autoria dos subsídios das lições 7 a 13. Aqui, destaco o tema da lição 7, “o ministério de profeta”, onde procuramos responder diretamente a pergunta: “É válido para os dias de hoje?” Buscamos trabalhar esta questão sob a perspectiva bíblica e da História da Igreja. Naturalmente, a tentativa é despretensiosa devido ao exíguo espaço. Mas pode ser uma excelente oportunidade para uma boa reflexão em classe.
Outros temas que julgo interessantes são: o modelo ideal evangélico do ministério pastoral: segundo o de Cristo, não o do Marketing, da Lição 9 ; A estrutura de governo das Assembleias de Deus no Brasil e a função do Presbítero como o pastor local da igreja, da Lição 11.
Não há espaço melhor para boas reflexões que o da Escola Dominical. Ali o discurso não é unívoco, pelo menos deveria ser, mas plural para um sincero diálogo entre irmãos que têm uma fé em comum em nosso Senhor e Cristo.  

Faço votos de um excelente trimestre para você!

Paz e Bem!
Marcelo de Oliveira e Oliveira,
Rio de Janeiro – RJ.  


domingo, 23 de março de 2014

A ÉTICA DO JESUS HISTÓRICO NADA SIGNIFICA SEM O CRISTO


A Ética de Jesus de Nazaré é maravilhosa. Mas só o é se reconhecermos que Ele é o Deus encarnado. Resumi a figura de Jesus apenas à sua Ética não dá. 

Quando cursava a faculdade de Teologia, em um certo dia, disse a um colega encantado com a ideia do Jesus histórico, o simplesmente judeu:
"Amigo, se Jesus não ressuscitou, e se Ele de fato não é o Deus Encarnado; ou se um dia alguém for capaz de provar que o Cristo não ressuscitou, para mim, não haverá razão de falar do Evangelho. Deixo-o imediatamente e sigo Éticas muito mais arejadas e melhor formuladas".

O meu amigo assustou-se comigo e disse-me: você não pode ser tão radical assim.

Concordo com o C. S. Lews em sua magnífica obra, "Cristianismo Puro e Simples": Há apenas três atitudes para serem tomadas sobre Jesus quanto a sua natureza, pois Ele mesmo afirmou que era Deus. 

1. Ou Jesus era um grande mentiroso, logo a sua ética não tem razão de ser.
2. Ou Ele era um louco, um lunático megalomaníaco, pois várias vezes afirmou ser Deus.
3. Ou de fato, Ele é Deus. Pois toda a ação de Jesus, incluindo a sua ética, só faz sentido se Ele for o Emanuel - o Deus Conosco.


Eu assumo a terceira atitude!

Há pessoas que perderam a fé no Cristo do Evangelho e seguem a vida disseminando incredulidade e elucubrações meramente intelectuais.

O meu conselho: sejam honestas com vocês mesmos! Façam como Rubem Alves, que foi homem e teve a coragem de entregar o pastorado quando não mais tinha a fé no Cristo dos Evangelhos.

Qual a razão em continuar a falar de Jesus se para você Ele não é o Filho de Deus gerado pelo Espírito Santo? Apenas para ser o intelectual antenado com pseudointelectuais que ganham a vida com o dinheiro do Estado, e da Igreja, para desacreditar os relatos dos Evangelhos. Isto é meio de vida?

Cansa ver os pensadores brasileiros usando o método científico da razão forte, o mesmo utilizado pelos ateus, para tratar os temas caros da religião. Os caras se encantam com o Jesus Histórico, e ignoram, ou talvez não saibam que esse é um tema superado na Europa pós-cristã.

Sejam honesto com vocês mesmos! Vale a pena fazer isso com as suas consciências? Com a alma de vocês? Tornando-se pessoas amargas e destiladoras de ódio.

Confesso que tentei ver a possibilidade de não crer mais naquilo que eu creio. Descobri que não consigo. Descobri que não há razão na minha vida em passar um dia sem pensar no Meigo Nazareno que morreu por mim. Viveu por Mim. Amou-me e ressuscitou por mim! Sim! Creio no absurdo da Ressurreição! Mas creio não por razão histórica, mas por razão pneumatológica, de modo, que mesmo que eu queira reconhecer a plausibilidade do método de alguns ateus, a fé como carnegão implantada em mim não permite. O EVANGELHO ENTROU EM MIM, de modo que nunca mais, repito, nunca mais poderá ser arrancado de mim. Tirado de mim. Desterrado de mim. Porque não dependeu de mim. Dependeu do Espírito, do Deus Pai que implantou em mim aquilo que de outra maneira jamais seria implantado.

Se eu não cresse no que eu creio a honestidade da minha consciência não me permitiria está no meio de um movimento, enganando-o porquê não tenho outro meio competente de ganhar a vida. Isto é desonestidade consigo mesmo, com a sua família e com o ser humano que lhe ouve pensando que você crê naquilo fundamentalmente em comum a eles no Evangelho. Eu seria honesto comigo mesmo e cairia fora!

Não gastem as suas vidas lutando contra a religião. Se não creem mais, sigam não crendo e viva a vida de vocês com respeito, sinceridade e amor com aqueles que creem. Simples assim! 

De minha parte, orarei e torcerei para vocês terem um dia a possibilidade de crer nesse absurdo chamado Evangelho!

Paz e Bem!

M.O.O.
Rio de Janeiro - RJ

sábado, 15 de fevereiro de 2014

REDE SOCIAL: PÃO E CIRCO VIRTUAL


O país vivendo um caos social como está o Brasil e pseudointelectuais puxando a "ficha-suja" de jornalistas para simplesmente desmoralizar um discurso e achincalhar a honra alheia! E esta palhaçada sendo comentada na rede social como o maior dos acontecimentos. Um arroubo de sentimentos! Vingança? De quem? Por que? Para quê?
Quando a opinião de uma jornalista incomoda tanto ao ponto de pessoas deixarem de analisar o mérito do discurso (o que nunca aconteceu) para desmoralizar a honra alheia fico a me perguntar: Vivemos uma ditadura de opinião, não de governo, mas pelas pessoas?

Sinceramente, no Brasil, desde que me entendo por gente nunca vi pessoas tão sedentas de sangue, odiosas, raivosas e amarguradas em relação à outras. O motivo: a opinião alheia.

A rede social está parecendo o Coliseu de Roma da Idade Média. A diferença é que não é o Estado que seduz com o pão e o circo, mas os próprios internautas produzem e consomem o pão virtual; criam e se divertem no circo imaginário.

Esta confusão de identidade na rede virtual lembra-me o grande compositor e intérprete Antônio Marcos, quando da letra de uma bela canção, Sonhos de um Palhaço: "Ah, o mundo sempre foi um circo sem igual onde todos representam o bem e o mal, onde a farsa do palhaço é natural...  Ah, no palco da ilusão pintei meu coração entreguei, entreguei amor e sonhos sem saber que o palhaço pinta o rosto para viver..."

Sinceramente, até dá vontade de abandonar esse mundo virtual e compartilhar as ideias e as impressões da vida entre o olhar e o contato natural das pessoas, ignorando a distância gélida entre a cadeira e o monitor. É isso!

Paz e Bem!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

SOBRE A INVESTIGAÇÃO DE FINANCIAMENTO PARTIDÁRIO PARA SUBSIDIAR O VANDALISMO NO RIO DE JANEIRO


Essa história de financiamento partidário cheira à armação do Governo do Estado e das Organizações Globo. Quero saber uma coisa: o PMDB - RJ, partido do governador e do prefeito do Rio, será investigado?

O governador tem a maioria dos partidos políticos como aliados na ALERJ. Logo se a investigação apontar o PSDB, o PR e o PSOL (partidos de oposição ao governo) como financiadores do vandalismo, ela estará sob suspeita, pois interessaria a base do governo. Mas se apontar a participação dos outros partidos que compõem a base aliada é mais grave: a base aliada do governador estaria envolvida no financiamento do vandalismo.

Neste caso, o interesse é todo do governo do Estado. Quem acompanha a política carioca sabe que a cúpula das polícias civil e militar não dá um passo sem a orientação do governo do Estado.

O ato de manipular a investigação seria compreensível, pois não houve governador no Brasil mais atingido pelas manifestações de Junho que o do Rio de Janeiro. Então, financiar a barbárie e depois acusar outros grupos políticos, uma vez que tem o aparelho de investigação do Estado e a Mídia nas mãos, seria uma forma de tirar a atenção das reais causas e denúncias da manifestação popular: o aumento sorrateiro e inescrupuloso da tarifa de ônibus do município carioca e o sucateamento do sistema de transporte carioca.

No ano eleitoral tudo pode acontecer. O alvo do Cabral, do Eduardo Paes e das organizações Globo são Marcelo Freixo, o adversário mais forte contra o grupo do PMDB - RJ para as eleições de 2016 à prefeitura do Rio; Garotinho, adversário do governador e das organizações Globo, principal candidato ao governo e líder nas pesquisas; o PSDB, oposição ao governo do Estado. Armação à vista! Vamos aguardar!

PS1. Para quem não sabe as organizações Globo hoje é uma empresa a serviço do governo e da prefeitura do Rio. Em troca: muitos milhões em publicidade e parcerias milionárias com a toda poderosa Fundação Roberto Marinho.

PS2. O que causa maior perplexidade é a possibilidade de usarem a morte do jornalista cinematográfico Santiago Andrade para distorcer os fatos das manifestações e produzir munições para atingirem adversários políticos.

Paz e Bem!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

RAQUEL SHEHERAZADE: "ADOTE UM BANDIDO"


Declaração forte e grave. Forte porque a jornalista tem personalidade; grave, porque denuncia uma série de elementos que diagnosticam a falência do estado: “26 assassinatos a cada cem mil habitantes”, “a polícia arquiva mais de 80% dos inquéritos dos homicídios”, “a sociedade sofre de violência endêmica”, “O Estado é omisso”, “a polícia desmoralizada”, e a “Justiça é falha”. A opinião da jornalista: “É compreensiva a Legítima defesa coletiva de uma sociedade sem estado contra um estado de violência sem limites”. Isto é atentado a direitos humanos?

Atentado é o que o sindicato dos jornalistas está fazendo contra Raquel Sheherazade:

Não deixam a mulher exercer o trabalho. Claro, com esse jornalismo chapa branca que impera no Brasil, não é para menos. É muita hipocrisia jornalística! Clique aqui.

Por que não pedem a cabeça do Datena, do Marcelo Rezende, do Wagner Montes? Ambos sensacionalistas que defendem todos os dias a pena de morte. E incentivam a polícia bater, matar e etc. Mas a Raquel? Ah, ela é Mulher.... de Direita... Sei....Entendi....